domingo, 9 de março de 2014

                         Resident Evil: Island of Death: By Carlos Eduardo
Como eu havia falado o intuito do blog é para eu postar minhas criações, sim, eu escrevo ta meio obvio né?
Escrevo já faz um tempo, comecei não me lembro com quantos anos, procuro sempre estar me aperfeiçoando, porque acho que ainda não estou completo e sou uma grande falha por
deixar passar pequenas coisas como detalhes em branco. Elogios são bem vindos e criticas construtivas também, portanto pense umas quinhentas mil vezes antes de criticar só por criticar, não só a minha historia como a de outras pessoas também, você pode estar matando um autor e nem sabe. E lembrem-se roubo de conteúdo criado por outros é crime.

Bem a historia que irei postar agora foi um trabalho meu criado no terceiro ano do ensino médio, foi um trabalho de português que acabou me rendendo um 10 apesar da historia ser um pouco 'aterrorizante e sangrenta' pelo menos foi assim que alguns colegas da classe classificou, além da professora classificar como a melhor historia da turma, e olha que ela era meio exigente, eu achei que nem ia rolar quando ela visse o estado da minha criação, mas se ela quis assim, quem sou eu pra falar o contrario de meus dotes como escritos u.u.Semquerermegabar =X

Enfim, sem mais delongas, aqui está.


Resident Evil: Island of Death

[prólogo]
Matheus Stan e sua esposa Daniela Leslie acabaram de se casar e para passar sua lua de mel eles querem um lugar especial, assim encontrando um Resort em uma ilha exclusiva a qual era muito bem falada, então ambos vão para a ilha passar sua romântica lua de mel por lá, mas talvez ela não seja tão romântica assim.


18 de fevereiro / 08:47 resort da ilha Angloneco, costa do pacifico.

Stan estava do lado de fora do resort, olhando para os lados, o sol que brilhava intensamente e ele estava muito entusiasmado esperando sua esposa, ele vestia um short marrom, uma camisa havaiana e usava um par de chinelos, de pele branca, cabelos escuros e olhos pretos. Descendo as escadas do resort vinha Leslie, cabelo longo vermelho tingido, olhos pretos e pele branca, ela usava uma blusa preta e um pano amarrado em sua cintura, chapéu na cabeça e um óculos no rosto, ao terminar de descer as escadas ela se encontrava com seu amado o dando um selinho.

Stan: Bom dia meu amor.
Leslie: Bom dia dormiu bem?
Stan: Claro, foi uma noite sensacional, principalmente porque foi com você.

Com um grande sorriso no rosto, ela olhava para ele de forma meio que maliciosa, quando se aproximou dele colocando uma das mãos sobre o ombro do mesmo e falando baixinho.

Leslie: Que tal irmos nadar um pouco? Na volta já que estaremos cansados eu posso te dar outra noite daquelas.

Com um sorriso idêntico ao dela, Stan segurava a mão da jovem e a puxava em direção a praia que ficava bem em frente ao resort, a ilha era cercada pelo mar, sendo seu único meio de transporte helicópteros ou aviões, após uma pequena caminhada o casal chega a uma loja de venda e aluguel de equipamentos de mergulho.

Leslie: Que tal irmos mergulhar um pouco?
Stan: Não sei não...
Leslie: Se mergulharmos eu posso ficar cansada mais rápido e te levar para o quarto...
Stan: Nem precisa dizer mais.

Stan parecia realmente empolgado, aparentemente ele não pensava em outra coisa a não ser leva-la para o quarto e aproveitar-se do corpo dela. Aproximando-se de um homem moreno, que usava uma camisa verde, short marrom escuro e chinelos que parecia ser o dono da loja, Stan começava a falar com ele

Stan: Ei amigo, quanto custa o aluguel do equipamento de mergulho!?
???: 100 dólares
Stan: por favor, amigo, equipamento para nos dois
Luis: Eu me chamo Luis senhor, por favor, me siga

Luis retirava os equipamentos do armário logo atrás do balcão e seguia ate o mar com os dois, entregando os equipamentos de mergulho aos dois, eles começavam a se arrumar em uma casinha pequena que ficava ali próximo do mar.

Stan: Luis, por aqui tem tubarões?
Luis: Não, mas tem crocodilos, não se preocupem, eles ficam apenas fora da ilha e somente um vem para cá não vai nos seguir e não sera problema, lembrem-se, os equipamentos que estão usando são ótimos e o oxigênio dura por 1 hora e 15 minutos, então se certifiquem de que quando faltar 15 minutos para acabar o oxigênio vocês iram voltar.
Stan: Sem problemas.
Leslie: Vamos logo, eu estou ansiosa para ver o mar por dentro

Ambos corriam em direção ao mar e mergulhavam enquanto Luis retornava aos seus afazeres. Enquanto isso um avião de carga militar passava sobre a ilha.

Piloto: Droga está com muita vibração nestes pedais, tem certeza de que verificou tudo direito antes de partirmos?
Piloto 2: Sim sim, acho que foi uma das turbinas que foi danificadas.
Piloto: Melhor informar a central

O piloto pegava o radio a frente e começava a falar

Piloto: Atenção, aqui é a unidade de transporte da Umbrella Corporation Antonov 500, N° da unidade 452
Central: Prossiga 452...
Piloto: Acho que estamos com uma falha em uma das turbinas.
Central: Atenção 452, fez manutenção antes de partir?
Piloto: Afirmativo.
Central: Entendido, aterrisse no local mais próximo, o carregamento que vocês estão trazendo não pode ser perdido, cambio.
Piloto: Entendido.

Ao desligar o radio um som de pés batendo em metal podia ser ouvido atrás deles, um homem subia as escadas entrando na cabine do piloto, ele cambaleava como um bêbado, estava de cabeça baixa e suas mãos apenas sacodiam para os lados conforme ele caminhava na direção dos pilotos.

Piloto 2: Caramba Josef, eu mandei você verificar se estava tudo devidamente guardado, precisava de 15 minutos para fazer isso?
Piloto: Venha logo para os radares, estamos com uma pequena falha e precisamos que você a localize, a Umbrella nos mandou...

Mas antes que o piloto pudesse terminar de falar, Josef o atacava mordendo o seu pescoço, o outro piloto imediatamente se levantava de seu assento se afastando dos dois, ele sacava sua Glock 17 e começava a desferir disparos contra Josef, mas eles pareciam não fazer efeito, logo Josef virou-se ainda com um enorme pedaço de carne do pescoço do primeiro piloto em sua boca e começava a cambalear na direção do outro piloto enquanto o avião caia, o piloto ferido não tinha como controlar o avião, ele aparentemente sentia muita dor e bastante sangue escorria do local ferido enquanto ele tentava cobrir com a mão, logo o avião entrou em contato com o chão se quebrando todo e causando uma explosão em meio a ilha, mas um tanto distante do Resort, algumas caixas foram quebradas com a codificação“RH768142 carregamento viral, amostras do G-Virus” e algumas cápsulas o qual diziam “Cod. 547782 B.O.W Licker, Mantenha a distancia desta cápsula, somente pessoal autorizado deve abrir ”.

1 hora depois.

Stan e Leslie estavam com seu oxigênio quase acabando e começavam a voltar para a ilha, chegando à costa eles podiam ver fumaça em meio à grande floresta e um jacaré pela ilha que apenas observava o local calmamente, ao longe podia ver Luis ajoelhado e alguém deitado a sua frente, logo Leslie removia os equipamentos de mergulho e corria na direção dele enquanto Stan fazia o mesmo e a seguia.

Leslie: Luis! Está tudo bem!?

Uma lança de madeira estava no chão e Luis estava abaixando comendo o corpo do gerente do resort, logo ao ouvir a voz de Leslie, ele virava o rosto olhando para o casal, seus olhos estavam brancos, suas mãos e boca ensangüentadas e suas roupas meio que rasgadas, o gerente sangrava pela boca e sua barriga estava aberta faltando vários de seus órgãos, Luis então levantou-se e agarrou Leslie, ao agarrá-la, Stan rapidamente pegava a lança de madeira no chão e sem pensar duas vezes acertava ela de lado em Luis derrubando-o no chão, logo Leslie corria para trás de seu marido.

Stan: Qual é cara? Ficou maluco? O que você está fazendo?

Sem ouvi-lo Luis se levantava olhando-os e seguia cambaleando novamente na direção do casal enquanto dava alguns gemidos, logo Stan apunhala a lança no peito de Luis o arremessando para trás, assim que arremessado, um dos jacarés, avançava comendo o homem e levando-o para o mar. Leslie chorava olhando para aquela cena e vendo o sangue que Luis havia deixado nela quando a agarrou.

Stan: Ta tudo bem?
Leslie: Ele... Ele... Tentou me morder, você o matou.
Stan: Não foi minha intenção, melhor voltarmos ao resort e pedirmos ajuda.

Stan pegava Leslie e começava a andar, segurando Leslie com uma mão e com a outra levando a lança, seguindo em direção ao resort, após caminhar e sem achar nada nem ninguém pelo caminho eles finalmente chegam ao resort, mas de longe já dava para ver muita gente o qual pareciam comer os vivos, igual o que Luis estava fazendo com o corpo do gerente. Stan se surpreendia com a cena olhando atentamente aquilo, sua mulher queria começar a gritar, mas tapava a boca, apenas deixando lagrimas de desespero correr pelo seu rosto enquanto questionava Stan.

Leslie: E agora? Como sairemos daqui?
Stan: Fica calma ta, eu vou dar um jeito.
Leslie: Que jeito, eles vão matar a gente, a gente vai morrer.
Stan: Não vamos não, olha ali ta vendo ali

Stan apontava para o topo das montanhas logo depois da fumaça podia se vir uma torre de radio o qual servia para contato com os helicópteros que trazia os visitantes.

Stan: Se chegarmos ate La, eu sei como usar o radio e posso pedir ajuda agora você tem de se acalmar e vir comigo.
Leslie: Tudo bem.

Leslie limpava suas lagrimas e levantava-se novamente, seguindo seu marido pela floresta, com a lança na mão e uma expressão seria em seu rosto, Stan continuava a subir pela floresta, passando pelas arvores e seguindo em direção a torre de comunicação sempre olhando se sua esposa o seguia, após andar bastante, um pouco cansado, o casal se aproximava da fumaça, vendo que havia ocorrido um acidente com um enorme avião de carga, olhando as partes do avião e as coisas em chamas, tinha um logotipo de um guarda chuva, branco e vermelho na lateral do avião e o nome Umbrella Corp. Havia também algumas cápsulas e caixas destruídas o qual diziam “RH768142 carregamento viral, amostras do G-Virus” “Cod. 547782 B.O.W Licker, Mantenha a distancia desta cápsula, somente pessoal autorizado deve abrir ”.

Leslie: Amor olha isso

Stan olhava as caixas e capsulas quebradas, retirando um papel que ainda não havia queimado por completo, ele estava grudado em cima de uma das caixas.

Unidade de transporte 452 Umbrella Corporation

Estas são as amostras do G-virus que a Umbrella da Rússia requisitou,
Tudo deve ser entregue nas mãos pessoalmente do senhor Sergei Vladimir,
O transporte aéreo partiu de Raccoon City as 18:14 do dia 17 de fevereiro,
Levará pelo menos dois dias até chegar ai. O carreg...

12 amostras de G...
5 cápsulas com lic...

ATENÇÃO:

O carregamento não deve ter contato com os pilotos, trata-se de um vírus
Altamente contagioso, uma vez que entre em contato poderá causar mutação
 A Umbrella não ira se responsabilizar...

(O resto estava queimado ou ilegível)


Após acabar de ler o papel, Stan o soltava meio assustado deixando-o cair novamente no fogo e dessa vez queimando-o por completo.

Leslie: Que houve meu amor? Porque está assustado?
Stan: Esse avião, provavelmente o carregamento dele foi o que causou isso tudo aqui.

Leslie Ficava imóvel sem conseguir acreditar que isso tudo foi capaz de ser causado em alguns instantes, pois quando acordaram ainda estava tudo normal, assim que ambos conseguiam voltar à realidade, ainda meio chocados, Stan se levantava indo dar apoio a sua esposa.

Stan: Vem amor, estamos proximos da torre.
Leslie: STAN CUIDADO ATRAS DE VOCÊ!

Assim que a mulher acabava de gritar Stan se virava para trás e rapidamente girando para o lado e caindo olhando para uma criatura vermelha que havia saltado do fogo do avião, com alguns ossos expostos e garras enormes em suas mãos, ele andava pelo chão igual a um animal, dentes grandes e afiados, com uma língua enorme, e o que parecia ser seu cérebro do lado de fora, a criatura parecia olhá-lo, abrindo a boca e mostrando seus dentes para Stan, a criatura pulava de novo para cima de Stan com a tentativa de cortá-lo usando suas garras, Stan ainda deitado, colocava a lança de frente com a criatura e virava o rosto, a lança perfurava o monstro matando-o instantaneamente, o sangue dela voava acertando Stan e Leslie, imobilizada com a situação, Stan empurrava o monstro para o lado retirando a lança de seu peito e pegando Leslie, enquanto a mesma apenas chorava.

Stan: Leslie, temos de ir, vamos logo antes que mais deles surjam por aqui, VAMOS LOGO!

Stan saia puxando a mulher pela mão enquanto ela apenas andava e olhava o sangue em seu corpo, lagrimas ainda escorria de sua face, eles continuavam subindo o mais rápido possível, já próximos a torre de comunicação, um jacaré surgia em frente à Stan, acertando-lhe com as unhas sobre o peito, ele estava estranhamente maior que da ultima vez e ao que parece um pouco sujo de sangue, a criatura abria sua enorme boca na tentativa de engolir Stan, Stan enfincava sua lança na boca do monstro mantendo-a aberta.

Stan: Leslie faça alguma coisa, procure por algo, não vou conseguir segurar por muito tempo

Sem saber o que fazer, Leslie corria na direção da torre subindo encontrando algumas bombas de gasolina para abastecer os helicópteros e alguns galões também, ela entrava rapidamente na sala de radio e olhava para os lados procurando alguma coisa que pudesse fazer fogo, ao lado da porta havia uma pequena caixa vermelha o qual dizia “Cuidado, sinalizador”, abrindo a caixa e pegando a pequena arma sinalizadora vermelha que só continha uma bala, ela voltava ate Stan, levando a gasolina e a arma, enquanto isso, Stan segurava a lança com dificuldades, seu peito escorria sangue e a dor dificultava o serviço dele segurar o monstro, ele já não tinha muitas forças, quando vê um liquido sendo derramado na criatura, pelo cheiro era gasolina.

Leslie: STAN, SAIA DAÍ AGORA!

Ao olhar para sua esposa, ela segurava a pistola vermelha apontando na direção da criatura, sem pensar duas vezes, ele soltava a lança e rolava para o lado, Leslie disparava com a arma e logo o enorme crocodilo se tornava apenas uma enorme labareda, o crocodilo apenas rolava na tentativa de apagar o fogo e se desesperava, enquanto morria aos poucos e o fogo continuava a queimá-lo, Leslie largava a arma e se aproximava do marido, segurando-o com um braço. Ela o levava ate dentro da torre de comunicação, a casa ficava em frente a um heliporto, bombas de gasolina ao lado, a porta estava aberta pois Leslie a tinha aberto quando pegou o sinalizador, dentro da sala, havia a pequena caixa vermelha ao lado da porta aberta (que tinha a pistola sinalizadora), uma cama, alguns armários, e vários aparelhos de comunicação, Leslie levava Stan ate a cama, mas o mesmo levantava-se com dificuldades e seguia para a cadeira.

Leslie: É melhor descansar querido, depois pedimos ajuda.
Stan: Melhor sairmos logo daqui, enquanto não sairmos daqui não estarei tranquilo.

Stan ligava os aparelhos e tomava o radio em mãos

Stan: Alô, alguem na linha cambio?

Nada se ouvia alem de chiados, assim ficou durante cinco minutos de tentativas e nada, Leslie abraçou Stan chorando como se fosse o fim ali, ela já estava perdendo totalmente sua esperança, quando uma voz saiu do radio.

-Atenção, alguem pode me ouvir?

Rapidamente a garota sorriu e o rapaz entusiasmado começou a falar.

Stan: Sim, precisamos de um resgate aéreo imediato, por favor, eu estou ferido e minha esposa esta em pânico...
- Por favor senhor, acalme-se e me diga onde está!
Stan: Estamos em uma ilha na costa do pacifico chamada Agloneco, um avião caiu aqui e alguns monstros apareceram por aqui, as pessoas enlouqueceram e estão comendo umas as outras, eu estou na torre de comunicação com minha esposa, conseguimos escapar.
Eles não receberam nenhuma resposta durante os próximos dois minutos, em seguida ouvindo.
-Entendido senhor! Por favor acalme-se e aguarde onde está, o resgate estará a caminho.

O radio logo era desligado e Stan colocava-o de volta no lugar, ambos olhavam um para o outro e começavam a sorrir de felicidade abraçando-se e trocando um beijo.

Stan: Eu disse meu amor, eu disse que conseguiríamos.
Leslie: Eu sei meu amor, eu te amo!

Após alguns minutos de espera, hélices podiam ser ouvidas, era o som do resgate, o somo da salvação deles, helicópteros começavam a aterrissar e um homem meio velho, com uma faca prateada e bem polida na mão, usando uma túnica de cor oliva escura com alguns detalhes em vermelho e um pequeno broche que era um símbolo com umas espécies de asas preso na túnica sobre seu peito, o símbolo era o mesmo do avião e provavelmente ele era um funcionário da tal empresa, seu cabelo era branco e grisalho, o rosto um pouco deformado, não se sabe se foi queimado ou se era a idade e apenas com um olho, seu olho esquerdo possuía uma cicatriz e estava fechado, provavelmente foi arrancado ou amputado durante cirurgia ou coisa assim, o homem caminhou na direção do local onde eles estavam, e ficou ali parado na porta, olhando para os dois enquanto por trás dele podia se perceber vários militares todos com as mesmas insígnias, seja em seus ombros ou nas costas sobre os coletes, eles corriam pelo local usando equipamento tático como coletes e armas de fogo como rifles de assalto M-16 os militares corriam pela área como se isolassem algo e helicópteros sobrevoavam o local.

???: Então, quer dizer que vocês acharam o meu avião?
Stan: E quem é você?
Sergei: Oh que educação a minha não é? Sou Sergei Vladimir fundador da UBCS e dono do carregamento que está espalhado ai por fora, e vocês?


Coronel Sergei Vladimir, fundador da UBCS e lider da sede da Umbrella na Rússia.

Leslie: Eu sou Daniela Leslie e este é meu marido Matheus Stan, vocês estão aqui porque nos chamamos para nos resgatar então nos tire logo daqui, ele precisa rápido de um medico

Falou Leslie rapidamente e de forma desesperada enquanto ela acariciava os cabelos de Stan que se mantinha acordado com um pouco de dificuldade, seus olhos já estavam quase fechando e sua visão já começará a ficar embaçada, enquanto a ferida dele estava ficando cada vez mais feia. Sergei os olhou por alguns instantes e esboçou um sorriso um pouco maligno em seu rosto.

Sergei: Não posso acreditar que um casalzinho conseguiu vencer as minhas criações, bem acho que isso foi pura sorte de vocês.


Assim que Sergei acabava de falar, ele guardava sua faca prateada no cinto de sua túnica, em seguida ele colocou a mão para trás e sacou sua Red 9 das costas, era uma pistola 9mm antiga fabricada na Alemanha, mostrando-a para os dois que ficavam assustados ao ver a arma na mão dele, ele adentrava na sala olhando o casal ainda com seu sorriso e logo em seguida ele fechou a porta bem lentamente enquanto as tropas lá fora se organizavam e procuravam por tudo isolando a área, enquanto apenas vozes eram ouvidas lá dentro.

Sergei: Mas desta vez a sorte não está ao seu lado, isto eu tenho certeza.



O som de um disparo foi ouvido lá de fora seguido de um grito que foi completamente ignorado pelos soldados que estavam lá fora, que continuavam a se espalhar pelo local fazendo o seu trabalho como se não ouvissem nada.

Leslie: NÃÃÃÃÃOOOOOOO...

Após isto, outro disparo era ouvido e logo o silencio ecoava na sala, deixando somente o barulho lá fora de soldados correndo para todos os lados.

[Fim]


Autor: Carlos Eduardo
Data: 15 de fevereiro de 2010

O titulo Resident Evil é marca registrada, todos os direitos reservados a Shinji Mikami criador da serie.
Os personagens com exceção de Vladimir são totalmente originais e criados por mim, assim como todo o resto do conteúdo.

Assim que o Autor publicar mais histórias, estaremos postando aqui no Blog da Evil.

 Atenção: História retirada e autorizado pelo Autor.

Fonte: "It's My Life"

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